A proposta de delação de Daniel Vorcaro já está com PF e PGR e amplia a pressão sobre nomes da política baiana e sobre operações ligadas ao Banco Master no estado.
Categoria: Banco Master
Otto Alencar votou contra indiciamentos na CPI do Banco Master, enquanto empresa ligada a seu filho aparece em documentos com cerca de R$ 12 milhões em repasses.
Relatório da Receita enviado à CPI aponta que o Banco Master pagou R$ 1,4 milhão à MM Limpeza Urbana, ligada a Marcos de Moura, o “Rei do Lixo” da Bahia.
Documentos da Receita Federal colocaram Otto Alencar Filho no centro de uma nova frente do caso Banco Master.
Um relatório do Coaf apontou que o governo da Bahia movimentou R$ 140,1 milhões para uma associação de servidores que teria ligação com o ex-diretor do Banco Master, Augusto Lima.
Documentos da Receita enviados à CPI apontam repasses do Banco Master a Michel Temer, Henrique Meirelles e Guido Mantega; ex-presidente contesta o valor informado.
Certidão de óbito de Luiz Phillipi Mourão, o “Sicário” do caso Banco Master, foi emitida sem apontar a causa da morte e menciona apenas “aguardando exames”.
Daniel Vorcaro citou uma reunião com Anitta, o irmão da cantora e quatro amigos ligados ao setor de bets em uma conversa com Martha Graeff divulgada pelo Metrópoles.
Integrantes do governo Lula já admitem nos bastidores o temor de que Daniel Vorcaro envolva membros do Executivo em sua eventual delação premiada.
A posição é clara: se houver acordo, ele terá de alcançar todos os nomes do STF que apareçam no caso, sem blindagem e sem proteção.